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[ Lusoxadrez ] Grupo de amantes de xadrez. De uma forma civilizada trocamos as nossas opiniões, sobre livros, histórias passadas em frente ao tabuleiro (boas ou más), etc.
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Mensagem |
The Turk
Registo: 24 Jul 2006 Mensagens: 83
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Colocada: Qui Abr 03, 2008 21:30 Assunto: RPX - Revista Portuguesa de Xadrez |
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Gostaria de dar os meus parabéns ao Paulo Dias e a quem elaborou este projecto com qualidade da nova revista portuguesa de xadrez.
Ora aqui está um veículo de comunicação para todos os xadrezístas nacionais, para os jovens e até para o xadrez se dar a conhecer no país ou nas escolas.
Podem fazer o download do número zero gratuito na página da FPX.
Com trabalho e com uma simples ideia pode-se fazer muito pelo xadrez, que já há muito necessitava de uma via física e não virtual de comunicação. Eu já assinei, porque entendo que compete a cada jogador de xadrez ajudar o xadrez nacional a evoluir e voçê o que está á espera? Corra...  _________________ Quero ir ao aeroporto da portela aplaudir a nossa Judit Polgar! |
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tbp
Registo: 27 Abr 2006 Mensagens: 74
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Colocada: Sex Abr 04, 2008 2:33 Assunto: |
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caramba, já tenho concorrência para o sorteio...
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The Turk
Registo: 24 Jul 2006 Mensagens: 83
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Colocada: Sex Abr 04, 2008 22:04 Assunto: |
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É verdade, e espera-se um pote bem cheio.
Estou a aguardar o número 1 já esta semana. Já agora, podes dizer-me se recebeste o número zero em papel com a assinatura ou se fizeste antes o download? _________________ Quero ir ao aeroporto da portela aplaudir a nossa Judit Polgar! |
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Armanda Placido
Registo: 27 Abr 2006 Mensagens: 8
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Colocada: Sáb Abr 05, 2008 11:13 Assunto: A rpx precisa de assinantes |
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A reedição da Revista Portuguesa de Xadrez foi calorosamente recebida e aclamada por todos. O número 0, do qual foram distribuidos gratuitamente 1000 exemplares é uma prova da boa qualidade técnica e da excelência de artigos que iremos ler.
O sucesso deste projecto depende de todos nós e o nosso contributo é muito simples, basta fazer uma assinatura anual pela módica quantia de 25 Euros.
Eu já fiz a minha e você? |
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tbp
Registo: 27 Abr 2006 Mensagens: 74
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Colocada: Seg Abr 07, 2008 15:39 Assunto: |
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Há umas semanas, vi, na página de um clube algarvio (salvo erro, o NX Lagoa), uma referência à Revista e, nessa altura, solicitei a um dos responsáveis, com quem troquei dois emails, o envio do n.º 0. Fiquei com a ideia de que o formato seria em papel, uma vez que, tendo sido questionado sobre a minha área de residência, disponibilizei a minha morada. Não me pareceu que a pergunta fosse para efeitos estatísticos...
Entretanto, o site da federação disponibilizou-o e fiz o download. Passei os olhos a esta primeira edição, sem a imprimir, e decidi assinar a revista, nos termos publicitados, através de transferência bancária e envio de email.
Até ao momento ainda não recebi nem o n.º 0, nem a confirmação da assinatura, talvez por o pagamento só ter "caído" hoje (apesar de nacional, a transferência foi inter-bancária, pelo que demorou uns dias...)
Como também prefiro o meio físico, espero que o n.º 0 me chegue em papel. Até para o juntar a outros (pouquíssimos) exemplares da RPX que tenho na estante, edições quase a fazer 30 anos  |
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tbp
Registo: 27 Abr 2006 Mensagens: 74
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Colocada: Qui Abr 10, 2008 12:26 Assunto: Chegou! |
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Já tenho nas mãos o n.º 0 da RPX!
Chegou pelo correio, em envelope de papel timbrado da FPX. E como no último post deixei um quase-lamento, devo dizer que embora não tenha recebido qualquer resposta ao email de assinatura, o carimbo dos CTT atesta que o envio da revista e do recibo de pagamento foi realizado logo no dia seguinte, (bem) antes, portanto, do pagamento estar disponível.
Quanto ao que interessa, a revista excede as expectativas geradas pelo pdf.
O formato é o que se adivinhava do formato electrónico - A4 normalizado -, o mesmo que fora adoptado pela velhinha rpx e também pela Meio-Jogo.
A qualidade do papel é excelente e a da impressão não lhe fica atrás.
A encadernação é feita por agrafos, como acontece com a generalidade das revistas, e o número de páginas é muito superior ao que estávamos habituados (! ) na literatura escaquística nacional, sendo sensivelmente o mesmo das revistas internacionais com formato semelhante. Quanto a este aspecto, precisar que a revista é composta por 60 pp., e não 61 como consta do ficheiro – a p. 41 do ficheiro (em branco) é um lapso da versão electrónica.
Ainda quanto à comparação com o ficheiro pdf, na versão impressa só a capa e a contra-capa são a cores, sendo o interior a preto e branco. Por outro lado, a qualidade dos grafismos é superior à da imagem electrónica – por exemplo, a tabela da p. 24 aparece com todas as células individualizadas; a gradação dos fundos, como na p. 3, é mais suave, logo menos incomodativa, na impressão; e as cores apresentadas na versão electrónica não correspondem à impressa: a penúltima e a última página que no pdf me pareceram horrendas estão, na revista, com muito melhor aparência.
Por outro lado, uma das minhas principais críticas à versão electrónica não tem, na impressa, razão de ser. Os diagramas que no pdf aparecem com os limites mal definidos estão perfeitamente delimitados na versão em papel. Em sentido contrário, e a merecer ligeira correcção, estão as margens, uma vez que as de impressão são mais estreitas que as de edição. Daí que, em muitas páginas, o logótipo da rpx esteja “encostado às cordas”, por vezes mesmo cortado.
Aliás, fosse eu tido ou achado, propunha 2 pontos para a ordem de trabalhos da reunião da direcção que preparasse a próxima edição : análise do cabeçalho e rodapé das páginas; e qualidade das imagens a publicar.
Ali, optando-se por não se suprimir o cabeçalho, alterava o logótipo da rpx por um mais legível – o actual tem excesso de informação -, uniformizaria a formatação dos títulos , das secções e daria outra apresentação aos das notícias (cfr. pp. 18, 19, 36 e 37 – na versão impressa) e, quanto à margem inferior, também a uniformizaria em todas as páginas, preferindo a menor da p. 39 à da generalidade das pp. (v. 25 e ss.) que deixa muito espaço desaproveitado (em branco);
Quanto às imagens, penso que a revista perde em publicar fotos e logótipos em baixa resolução, surgindo imagens “pixelizadas” (pp. 29, 42, 44, marca d’água da 47 praticamente imperceptível). Penso que as imagens poderiam também ser editadas, de modo a cortar-se o acessório (muitas cortinas, muitas paredes, alguns cotovelos em primeiro plano…) e a deixar ficar o fundamental (como o cocuruto do Paulo Dias ou do Diogo Alho – p. 35). Por outro lado, evitaria que as imagens ficassem desalinhadas em relação às colunas – pp. 7, 42 – e alteraria as legendas das imagens dos colaboradores na p. 2.
Essencial seria substituir os diagramas utilizados por outros, como por exemplo os da secção de problemas, uma vez que o ar “deslavado” das peças, devido à qualidade gráfica da imagem, deixa a desejar. É possivelmente o ponto menos forte da revista e salta à vista, mesmo que ela não esteja aberta nas pp. 36/37 onde tal se torna ainda mais evidente.
Por outro lado, inverteria o tamanho das fotos e dos diagramas, tornando aquelas maiores que estes. Certo que é fundamental haver vários tabuleiros, mas penso que a quantidade e oportunidade são mais importantes que o tamanho; e as imagens ganhariam se fossem maiores, pois sendo pequenas e ainda por cima de qualidade sub-óptima há pormenores que se perdem. Aliás, não é comum na literatura escaquística os diagramas serem maiores que as fotos, sendo que só na OchoxOcho é que encontrei diagramas com a mesma largura das colunas – em todas as outras, são menores.
Quanto aos colaboradores, a revista tem mesmo um “elenco de luxo”, como dizem os editores. O seu conteúdo parece-me muito bom (“parece-me” porque ainda não tive oportunidade de a ler com um tabuleiro à frente), e não é por estar escrito em português ou por dar atenção ao xadrez nacional!
Comparando com revistas estrangeiras, as secções existentes são adequadas – actualidade internacional, actualidade nacional (com atenção especial para o xadrez jovem e feminino), uma secção de problemas, artigos teóricos, partidas históricas, apresentação de outros jogos de tabuleiro, mas isto já devem ter lido…
Gostei particularmente da forma como alguns torneios estão relatados, não se limitando à apresentação das partidas mas, antes, descrevendo a sua evolução, e, no que concerne aos comentadores, apreciei bastante o facto de não se limitarem a "despejar" variantes, à laia de computador.
Para mim, não sendo para encher chouriços, quanto mais conversa, melhor. As entrevistas - que me lembraram, mutatis mutandis, a New in Chess (um excelente modelo ) -, também me parecem ser uma mais-valia. Quanto aos problemas, aos artigos teóricos e ao resto, digo apenas que domingo vou dar treino sem material próprio…
Trata-se, pois, de uma excelente revista, que vale por si. Se ela não fosse tão boa, a minha costela para o lobbying xadrezístico talvez me fizesse, ainda assim, escrever umas linhas para a sua divulgação. Mas é muito mais fácil fazê-lo quando a qualidade entra pelos olhos dentro. Trata-se de uma revista muito mais completa que a Meio-Jogo e que tem potencial para não ficar atrás do que se faz lá fora, a um preço bem razoável: € 5,00 é 0,50 € mais caro do que a Chess Life que se encontra no Norte Shopping com alguns meses de atraso; sensivelmente mais barata que a assinatura da Europe Echecs e mais barata que a da New in Chess.
Ou seja, recomendo vivamente.
Até porque quem ache a edição em pdf aceitável, ficará muito satisfeito com a de papel.
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Metendo a foice em projecto alheio…
Ao elenco actual, formado por alguns dos mais competentes xadrezistas do calendário português, juntaria outros nomes, igualmente sabedores e capazes de dar um contributo muito interessante para uma revista portuguesa de xadrez verdadeiramente abrangente, que ouse ir além da ciência e técnica xadrezística.
Pessoas como os lusoxadrezistas Arlindo Vieira, António Castanheira ou António Curado, entre outros, poderiam contribuir com excelentes artigos relacionados com outros elementos importantes do xadrez, como a história, as estórias ou o coleccionismo que iriam valorizar - e muito - a revista.
Poderia haver também uma pequena secção sobre a aplicação de regras (casos práticos?) a cargo de um árbitro conceituado e, eventualmente numa parceria com o jornal online 16x16 (ou directamente com os seus colaboradores), poderia haver uma secção de âmbito distrital, em que fossem publicadas as notícias/resultados de cada Associação - era algo que gostava de ler na Meio Jogo e uma forma de os leitores se (re)verem nas páginas da publicação.
Na mesma lógica de publicar em papel o melhor do que há na Internet, uma parceria com a MaisXadrez para divulgar o seu calendário de torneios poderia ser interessante.
E também seria enriquecedor encontrar um cantinho para o xadrez por correspondência, área em que os portugueses deitam cartas (temos vários titulados, 2 jogadores no top-100, o Grupo de Xadrez do Porto joga na Liga dos Campeões…). |
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